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Igor R.
Igor R.
Comentário · há 5 meses
Não é o silêncio da nomeação de Dias Toffoli e Ayres Britto (porque não de Fachin e Joaquim Barbosa?) que deve ser criticada: é o fato da matéria da revista estar sendo feita unicamente para reverberar a retórica do PT. A Carta Capital é petista! Já declarou apoio ao PT em linha editorial. Não é uma revista isenta, imparcial e, menos ainda, apartidária. Pela capa da revista, não vejo nenhuma validade nos fundamentos: é tão somente uma insurgência partidária, com direito ao clichê antidemocrático “golpistas” – de quem claramente odeia a Constituição Federal.

Sobre as diferenças entre Brasil e EUA: é que lá o sistema quase bipartidário reforça mais ainda o compromisso ideológico. Tanto que a Suprema Corte é divida entre progressistas e conservadores. Daí uma nomeação democrata, por exemplo, sofre muito mais rejeição dos republicanos, e vice-versa. Aqui no Brasil, onde o fisiologismo impera, tenta-se saber se o futuro ministro do STF vai ou não criar embaraços para a continuidade no poder dos membros do senado e do presidente da república. E obviamente o candidato à vaga nega que irá criar tais embaraços.

Quanto à pergunta final, a postura dos senadores do meu estado foi: Lindbergh Farias (PT) tentando criar confusão, fazendo o mesmo que a Carta Capital; Romário (PSB) andou criticando publicamente Alexandre de Moraes, mas não fez parte da comissão e provavelmente se absteve ou votou a favor. Eduardo Lopes (PRB) foi claramente favorável à indicação!

Abraços!
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